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5 dicas para montar um plano de ação para cobrança

Cobrar o cliente é uma situação delicada, mas inevitável para garantir a saúde financeira do negócio diante da inadimplência, que deve ser controlada.

Para ajudar nesse momento, o ideal é que a empresa desenvolva um plano de ação para cobrança que guiará os procedimentos necessários e os prazos a serem seguidos na sua aplicação.

Continue a leitura deste post e saiba as nossas dicas para elaborar um bom plano! Acompanhe!

1. Realize cobranças pré-vencimento

Trata-se de uma cobrança preventiva ou consultiva, feita antes do vencimento do débito. Trata-se de uma ligação ou outro meio de contato para confirmar a data de pagamento, perguntar se o boleto foi recebido e se aconteceu alguma coisa que prejudique o pagamento.

Dessa forma, é possível conversar com o cliente para se informar sobre dificuldades e se ele tem ou não a intenção de quitar a fatura. Esse procedimento pode ajudar a identificar eventual problema dentro da empresa e até intervir para que seja possibilitado o pagamento dentro do prazo ajustado. 

Fazer a cobrança pré-vencimento em todas as movimentações financeiras é inviável pelo volume de negócios, contudo, esse método é ideal para as transações com valor mais alto ou de clientes com histórico de atrasos.

2. Tenha um histórico de pagamento dos clientes

Monte um histórico dos clientes com base em outras transações e pagamento anteriores, para que se tenha um controle sobre quais clientes sempre pagam em dia, os que atrasam eventualmente e os que costumam não cumprir os prazos.

Dessa forma, é possível direcionar melhor as ações de cobrança e aplicar o método durante o pré-vencimento em casos que exigem mais necessidade. 

3. Estude e escolha as formas de cobrança 

Também é preciso saber o perfil dos clientes e analisar as formas de cobrança que a empresa pode utilizar, como e-mail, SMS, correspondência ou ligações. É importante lembrar que, independente da forma escolhida, é preciso ter cuidado para não configurar uma cobrança abusiva

No momento de iniciar um procedimento de recuperação de crédito, é necessário ter ciência dos prazos que podem ser concedidos. O ideal é calcular de qual prazo a empresa consegue dispor sem afetar o seu fluxo de caixa e prejudicar os seus compromissos financeiros.

Assim, durante as cobranças e negociações, com prazos e meios de pagamentos definidos, é possível ofertar uma nova data ou reparcelamento, visando facilitar o cumprimento da obrigação pelo devedor.

4. Crie uma régua de cobrança 

Defina medidas que devem ser tomadas pelo time de cobranças conforme o prazo decorrido após o vencimento. Dentro dessas ações a empresa deve definir prazos para cobrança e como será feita, por exemplo: 2 dias após o vencimento fazer contato via telefone; após 15 dias enviar correspondência ou SMS; passados 30 dias realizar o protesto do título ou inscrição do devedor no cadastro de inadimplentes e ajuizar uma ação de cobrança.

Com essa definição, os colaboradores já terão um direcionamento sobre o que deve ser feito nos casos de atraso a cada período, sem precisar de uma análise individual para cada questão, otimizando o tempo gasto com esses procedimentos. 

5. Contrate uma empresa de cobrança

Ao montar o plano de ação é possível optar pela contratação de uma empresa de cobrança, o que pode ser feito com a terceirização de todo o procedimento ou utilizando os serviços somente após um momento específico, definido na régua de cobrança.

Desse modo, a empresa contará com profissionais que dispõem de tecnologia e conhecimento para aplicar as melhores estratégias, que vão negociar com o cliente inadimplente e buscar a recuperação do crédito da empresa, que poderá otimizar as suas atividades e focar nos trabalhos internos.

Agora que você já conhece nossas dicas para criar um plano de ação para cobrança para a sua empresa, acesse o nosso site e conheça as nossas soluções para o seu negócio!

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Gestão de contratos recorrentes: conheça 5 boas práticas

Um dos pontos críticos da gestão de contratos recorrentes é o desempenho. As modalidades de pagamento e a eficiência na cobrança são aspectos ligados ao modelo de negócio e as estratégias competitivas da empresa.

Em uma organização com alto faturamento, 1% de melhora no número de transações negadas pode representar uma fortuna. Não bastasse isso, a indisponibilidade de uma forma de pagamento ou qualquer outra limitação que diminua as opções do cliente, pode significar uma enorme diferença na competitividade da empresa.

Com base nessa lógica, podemos concluir que a gestão de contratos vai muito além de administrar meios de pagamento. Por isso, decidimos elaborar este conteúdo para você. Logo vamos conferir algumas das boas práticas dessa importante tarefa.

O que é a gestão de contratos recorrentes?

Antes de partir para nossos tópicos, nos dê algumas linhas para definir sobre o que estamos falando. Basicamente, a gestão de contratos recorrentes engloba todas as atividades necessárias para o monitoramento das obrigações assumidas em um contrato.

Contudo, para que seja eficiente, a gestão precisa cumprir metas estratégicas da organização, com o objetivo de contribuir para entregar o valor proposto ao cliente pelo modelo de negócios da empresa. Sabendo disso, confira as praticas que selecionamos.

1. Garanta a adimplência

Manter índices de inadimplência num percentual aceitável é um dos pontos-chave da gestão de contratos. Tal iniciativa implica em monitorar os motivos de atrasos e cancelamentos e tomar ações preventivas com o objetivo de evitá-los.

A automatização de lembretes e cobranças, avisos de falhas no pagamento e a disponibilização de meios de contingência, são alguns dos recursos que você pode dispor.

Além disso, é fundamental definir regras claras de cancelamento por falta de pagamento, garantindo que respeitem as regras legais de cobrança, notificação e negativação — especialmente para segmentos com regras especiais, como universidades, por exemplo.

2. Considere o autoatendimento

A agilidade é um valor que você precisa considerar em todas as práticas, pois está totalmente ligada a eficiência e a produtividade. Uma variável especialmente importante para a funcionalidade de autoatendimento.

Um sistema de checkout intuitivo e prático equivale em trabalho a alguns colaboradores. Além disso, tem impacto direto em uma experiência satisfatória para o usuário.

3. Estabeleça métricas úteis

As métricas para acompanhamento de pagamentos únicos, obviamente, são diferentes das que precisa para monitorar pagamentos recorrentes, pois estamos falando de um processo contínuo.

Alguns exemplos de métricas para os contratos são:

  • taxa de crescimento: indica o crescimento mês a mês do total de pagamentos recorrentes;

  • taxa de cancelamento: percentual de contratos cancelados no período;

  • ticket médio: o valor médio de pagamentos recorrentes;

  • Lifetime value (LTV): a média da receita gerada por cliente durante o tempo em que o contrato permanece ativo;

  • CAC (custo de aquisição do cliente): é o total de despesas de venda dividido pelo número de clientes, ou seja, o valor médio do custo de conquistar um cliente novo;

  • Payback: tempo necessário para o cliente pagar o seu CAC;

4. Garanta a contingência

A contingência é um meio eficiente de garantir a segurança de qualquer operação. Isso ocorre porque os acidentes e imprevistos mais impactantes são causados por uma sucessão de erros, nunca por um pequeno fato isolado.

Grandes problemas costumam ocorrer quando não há uma segunda opção. Por isso, ofereça quantos meios de pagamento puder. Mas faça isso com a garantia de que não criará procedimentos manuais para não comprometer sua eficiência e produtividade.

5. Apoie-se na tecnologia

Existem vários softwares que podem te ajudar com a agilidade, isso inclui centrais inteligentes, softwares de gestão integrada, aplicativos e plugins. Nenhuma outra prática possibilita tanto ganho de produtividade como o uso da tecnologia.

Para concluir, espero que tenha observado o quanto à gestão de contratos recorrentes interfere na boa experiência do cliente. Ela faz isso fornecendo opções de pagamento e outras facilidades. Quando as atividades operacionais trabalham alinhadas com os hábitos do cliente, oferecendo uma boa experiência de uso, o trabalho do gestor financeiro é muito mais valorizado.

Agora, curta nossa página no Facebook. Te esperamos lá com respostas para as suas perguntas mais comuns sobre administração financeira.

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Como negociar descontos com o cliente na venda de produtos e serviços?

Ao ofertar um produto ou serviço é comum lidar com clientes pedindo desconto. Nesse momento é preciso ter cuidado para que a vontade de fechar o negócio não acabe gerando concessões prejudiciais para a empresa.

Por isso, é importante estar preparado e saber como negociar descontos com os clientes. Para te ajudar nessa tarefa, preparamos este post. Continue a leitura!

Saiba dizer não

Primeiro é preciso ter consciência de que, em alguns casos, o desconto é inviável. Nesses momentos é preciso saber dizer não. Existem várias formas de justificar a impossibilidade de diminuir o valor, mas é preciso ter uma postura firme e atenciosa, mantendo a qualidade do atendimento, para explicar a necessidade de manutenção do preço.

É fundamental não ter pressa na negociação e em fechar a venda. Muitas vezes o cliente já está decidido pela compra e solicita desconto numa tentativa de garantir que está fazendo o melhor negócio. Nesses casos, dar o desconto no início da negociação pode desvalorizar a sua oferta desnecessariamente.

Se após a negociação inicial a venda sem desconto for infrutífera, havendo a possibilidade de diminuir o valor da oferta, é preciso negociar o desconto.

Ofereça outras alternativas para satisfazer o cliente

Durante a negociação, lembre-se que existem outras formas de agradar o cliente além do desconto. Para manter o valor da oferta o vendedor pode buscar alternativas, como a prioridade na entrega e/ou montagem, instalação grátis, auxílio técnico ou aumento da garantia, de acordo com as particularidades do negócio.

Dessa forma, o cliente sentirá que, apesar de não ter um desconto, a empresa está buscando alternativas para compensá-lo, saindo mais satisfeito.

Priorize os pagamentos à vista

Priorize as vendas à vista para dar descontos. Em transações no cartão de crédito, a empresa deverá arcar com as taxas. Nas vendas no crediário ou cheque, sempre há o risco de inadimplência.

Assim, é possível oferecer descontos para pagamento à vista, priorizando o recebimento em dinheiro. Essa alternativa pode ser suficiente para o cliente fechar o negócio, e, caso não possa arcar com o valor à vista, acabe aceitando o valor original da oferta.

Saiba o limite do desconto

Ao precificar os produtos e serviços a empresa já pode definir a margem para desconto. Dessa forma, os vendedores terão segurança durante a negociação, estando cientes dos limites do que poderá ser ofertado.

Também é fundamental trabalhar com os funcionários que lidam com o impacto dos descontos na comissão e na saúde financeira da empresa, para que eles consigam entender a importância de manter o limite, mesmo que signifique perder a venda. Essas atitudes evitam a concessão de descontos que reduzam muito lucratividade da empresa ou cause prejuízos.

Ceda lentamente

Outro fator fundamental é ceder lentamente. Se ao precificar determinado produto ou serviço, a empresa já conseguiu fixar a possibilidade de dar 10% de desconto, por exemplo, é importante que o vendedor negocie esses valores com calma.

A tendência do cliente que pede desconto é continuar buscando valores cada vez menores. Dessa forma, ao ofertar o desconto de 10% já no primeiro pedido, o cliente poderá achar que a empresa pode aumentar o desconto e continuar insistindo.

Ainda, ao ofertar descontos inferiores no início, pode ser que o cliente aceite a oferta, e a empresa consiga manter um lucro maior na negociação.

Negocie opções de fidelidade do cliente

Outra possibilidade quando se trata de serviços ou produtos de utilização recorrente, é negociar a fidelidade do cliente. Nesse cenário, o vendedor tem duas alternativas para trabalhar.

A primeira é oferecer que o cliente feche negócio com o preço ofertado, afirmando que, no futuro, é possível rever a negociação. A segunda é tentar fechar uma venda recorrente, dando o desconto baseado no prazo em que o cliente se compromete com o negócio.

O importante é buscar o equilíbrio na negociação, para encontrar uma forma de não perder a venda, mas também não ter prejuízos ou uma margem de lucro muito baixa.

E então, gostou deste post? Agora que você já sabe como negociar descontos com os clientes, aproveite para aprender como definir as formas de pagamento para a sua empresa!

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5 práticas para acompanhar a concorrência e não ficar para trás

Em um mercado cada vez mais disputado é essencial que as empresas busquem meios de criar vantagem competitiva em relação aos concorrentes, para manter — e aumentar — a sua carteira de clientes.

Para te ajudar nessa tarefa, preparamos este post com 5 práticas para acompanhar a concorrência e não ficar para trás. Acompanhe!

1. Monitore a concorrência

O principal ponto para garantir que a empresa conseguirá acompanhar a concorrência para manter-se em evidência no mercado é monitorar os concorrentes. Isso deve incluir diversos fatores: produtos ofertados, preços praticados, relacionamento com os clientes, estrutura da empresa, estratégias de marketing e presença online.

É preciso ter atenção à concorrência direta e indireta. A direta é aquela formada por empresas que trabalham com o mesmo produto ou serviço que o seu, ou outro bastante similar. Já a indireta é aquela que não presta um serviço tão semelhante, mas também poderia substituir a sua empresa.

Por exemplo, uma pizzaria tem como concorrentes diretos as outras pizzarias e como concorrente indireto as demais lanchonetes e restaurantes, pois todos estarão relacionados à alimentação do cliente.

Com base nesses fatores, a sua empresa poderá localizar os pontos fracos e fortes — próprios e da concorrência — para trabalhar estratégias que permitam o destaque do negócio.

2. Busque novas tecnologias

É fundamental estar sempre atento às tecnologias do seu setor de atuação, seja para oferecer melhores produtos e serviços para os clientes, seja para melhorar a gestão da empresa e facilitar as ações internas.

A utilização de softwares para facilitar o atendimento dos clientes ou a implantação de outros setores com tecnologias para agilizar os procedimentos internos, por exemplo, tem impacto direto na experiência do cliente, podendo ser o diferencial necessário para garantir a fidelização e a recomendação dele para outras pessoas.

3. Faça uma análise de preço

Na hora de precificar os seus produtos e serviços, é preciso compreender qual será o lucro gerado. Por isso, é importante analisar todos os custos envolvidos no item para descobrir a margem de lucro de cada um.

Ciente desses fatores e estando por dentro dos preços praticados pela concorrência, é preciso, sempre que necessário, fazer a análise dos valores ofertados pela sua empresa para verificar a possibilidade e/ou necessidade e readequação.

Desse modo é possível garantir que os preços ofertados estão na média do mercado — nem muito acima, nem muito abaixo do que é praticado — fator essencial para manter-se em evidência sem prejudicar a saúde financeira do negócio.

4. Preze pela qualidade

Ter cuidado com os preços é fundamental, contudo, não se pode esquecer ou negligenciar a qualidade dos produtos e serviços ofertados. Se a diminuição de preço significar diminuir também a qualidade, provavelmente não é o melhor caminho para lidar com a concorrência.

Isso porque a qualidade inferior refletirá na relação com os clientes e na reputação da empresa, podendo prejudicar o negócio. Nesses casos, é importante preparar a equipe para explicar aos clientes os diferenciais e a qualidade superior do produto, para justificar os preços.

Ainda, é possível tentar trabalhar com outras alternativas, como serviços de consultoria ou instalação de produtos, para que o cliente sinta um retorno maior em relação ao preço pago.

5. Potencialize o mix de produtos ofertados

Ao trabalhar com determinado produto ou serviço, é importante entender quais são as necessidades do cliente e oferecer outros itens que possam ser do interesse dele. Muitas vezes ao procurar uma mercadoria o cliente também precisa de outros itens que, caso também sejam vendidos na mesma loja, podem facilitar o fechamento da compra.

Ainda, a empresa poderá aumentar o público atendido e, consequentemente, o retorno financeiro, oferecendo uma variedade maior de produtos ou serviços que estejam relacionados à finalidade principal do empreendimento.

Dessa forma, seguindo essas práticas, a empresa conseguirá acompanhar a concorrência e buscar uma vantagem competitiva, aumentando as chances de sucesso do negócio.

E então, gostou deste post? Agora que você já sabe como acompanhar a concorrência, assine a nossa newsletter para receber outras dicas como essa no seu e-mail!

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Você sabe precificar produtos e serviços corretamente?

Precificar produtos e serviços é uma tarefa importante para qualquer tipo de empreendimento. A partir disso, são definidos os valores que os consumidores deverão desembolsar para poder desfrutar daquele bem.

Uma boa precificação considera uma série de fatores, tangíveis e intangíveis. Por isso, é comum que os gestores tenham diversas dúvidas sobre o assunto. Pensando nisso, elaboramos este post para você descobrir se realmente sabe como precificar produtos e serviços da maneira certa!

A importância de uma precificação correta

Antes de saber como precificar produtos corretamente, é necessário entender como isso contribui para a gestão de um negócio. Muitos sabem que os preços colaboram apenas para a atração de novos clientes, e essa é somente uma das razões para prezar por uma precificação assertiva.

Uma política de custo correta tem o poder de manter clientes antigos e de se ajustar ao perfil do público alvo. Dominando o processo de precificar produtos e/ou serviços, o gestor passa a entender melhor a sua posição no mercado competitivo e atuar mais estrategicamente.

Além disso, um preço de venda correto garante um fluxo de caixa positivo e a posse dos recursos necessários para dar continuidade às operações da empresa, impulsionando seu desenvolvimento.

Os principais desafios na definição dos preços

Para acertar ao precificar produtos, é preciso superar certos desafios. Uma das maiores dificuldades é conseguir aliar os indicadores mensuráveis com os fatores mais abstratos.

Ao considerar apenas os elementos tangíveis como a média mensal de custo fixo, o valor definido pode estar em desacordo com a adequação ao mercado, por exemplo. Outro grande dilema é o alinhamento entre os índices de faturamento da empresa e o bom atendimento ao cliente.

Sendo assim, os preços não podem ser muito elevados, nem extremamente baixos. Porque dessa forma, alguma das partes sairia em desvantagem.

Dicas para precificar produtos e serviços adequadamente

Existem algumas dicas básicas que auxiliam na criação de um valor justo, que não afaste os consumidores e nem ocasione prejuízos às finanças da empresa. Confira:

1. Analise a atual situação da organização

Os preços devem propiciar um faturamento suficiente para cobrir os gastos organizacionais, permitindo um fluxo de caixa positivo. Por isso, entre os fatores preponderantes no momento de precificar produtos e serviços, destaca-se o custo — ele corresponde aos gastos necessários para aquele bem.

Ou seja, a matéria-prima e os impostos no caso de produtos e, já para os serviços, considere o material necessário para sua realização e a mão de obra. As despesas — gastos que dão suporte ao funcionamento do negócio — também são muito importantes.

2. Estabeleça uma margem de lucro

Cobrir os custos e despesas é somente o mínimo para a sobrevivência da empresa. Seu maior objetivo é alcançar lucro. Para isso, deve ser embutida uma margem de lucro no preço de venda — esse valor representa o lucro líquido obtido.

Não há um padrão ideal para esse número. Portanto, cabe ao gestor determinar o percentual mais adequado. Vale ressaltar que é preciso ter bom senso e equilíbrio para estabelecer uma margem justa para todas as partes.

3. Leve em conta o valor agregado e o percebido

A qualidade deve refletir nos valores e, por isso, leve em conta o preço agregado e o percebido pelo cliente. O custo também representa a relação de uma marca com o público e quais são seus diferenciais.

O próprio preço pode influenciar na percepção de valor, uma vez que os consumidores costumam duvidar da idoneidade de produtos/serviços demasiadamente baratos. Dessa forma, é evidente a relevância de considerar o aspecto mercadológico, a fim de se ajustar às exigências do mercado e ser mais compatível com a concorrência.

Embora seja um desafio encontrar o equilíbrio entre os interesses do negócio e dos clientes, esse é um esforço que vale a pena. Afinal, atribuir os preços adequados aos seus produtos e serviços é uma forma de se manter e gerar vantagem competitiva.

Colocar em prática algumas das dicas que citamos pode ser o primeiro passo para tornar a atividade de precificar produtos muito mais assertiva e estratégica. Se você gostou desse artigo, que tal compartilhar em suas redes sociais? Assim, seus amigos também saberão como precificar produtos e serviços corretamente.

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6 dicas para organizar e delegar tarefas para a equipe

Ser um líder de equipe requer tempo e dedicação. Porém, com a correria do dia a dia, empreendedores em busca dos seus objetivos têm procurado, cada vez mais, formas de aprender a delegar tarefas.

Muitas vezes, é compreensível que você tenha receio de passar tarefas, as quais executa muito bem, para outra pessoa. No entanto, um bom líder deve poder confiar na sua equipe.

Neste artigo, listamos para você 6 dicas que o ajudarão a facilitar esse processo. Continue a leitura e confira!

1. Organize seu tempo

Muitas pessoas costumam dizer que não possuem tempo para delegar. Talvez aí esteja o grande problema: a falta de tempo é um sinal de que você está fazendo atividades demais.

Aprender que, no longo prazo, esse acúmulo de tarefas pode gerar baixa produtividade é essencial para perceber que algo que outrora era excelente, agora está prejudicando sua eficiência.

Diante disso, mesmo que, no presente, você gaste tempo delegando tarefas, isso pode resultar, no futuro, em uma melhor organização para todos.

2. Aprenda a delegar tarefas

É normal você ficar na dúvida sobre o que seus colaboradores podem fazer, contudo é importante ter confiança neles.

Monitore suas atividades e delimite um período para se analisar. Durante uma semana, por exemplo, anote todas as tarefas que você realizou e, no final, analise quais são as que não exigem muito e quais realmente não podem ser delegadas. Logo, você perceberá que pode transferir algumas de fácil execução para a sua equipe.

Uma dica importante para quem normalmente não sabe delegar tarefas é começar pelo básico e, gradativamente ir percebendo a capacidade dos seus funcionários. Compartilhar suas ideias com a equipe também servirá para que todos reflitam e depois entrem em ação, a fim de melhorar os resultados.

3. Faça uma distribuição coerente

Todo empreendedor tem um braço direito na sua equipe, porém de nada adianta transferir suas tarefas e sobrecarregar outra pessoa. Por isso, é importante aprender a distribuir as atividades de forma equilibrada com seus colaboradores, conforme os cargos e disponibilidade de tempo de cada um.

4. Conheça sua equipe

Uma equipe capacitada vai trazer bons frutos para sua empresa, afinal o objetivo de qualquer empreendimento é ter produtividade e sucesso nos negócios.

No entanto, para que isso aconteça, é necessário que você conheça o perfil de cada colaborador, identificando quais tarefas são mais apropriadas para ele.

Também verifique como cada pessoa age no decorrer do dia. Assim, você conseguirá definir quem está pronto para receber tarefas mais importantes e quem ainda precisa ser treinado.

5. Defina as tarefas

Muitas vezes, uma má execução das atividades se dá pelo fato de o colaborador não ter entendido o que deveria fazer. Logo, você precisa estabelecer uma comunicação eficiente com sua equipe, afinal, você quer que ela execute suas atividades com excelência, não é mesmo?

Deixe especificados padrões operacionais, tais como: o que fazer, como fazer, prazos, resultados esperados etc. Embora você tenha delegado algumas tarefas, isso não quer dizer que você não precise mais acompanhá-las. Examine constantemente se as atividades estão indo pelo caminho desejado.

Neste sentido, uma boa dica para fazer o acompanhamento das tarefas delegadas é utilizar um software de agendamento, com o qual você poderá observar todos os processos da execução e controlar seu desenvolvimento.

6. Seja comunicativo

Como citamos, após delegar tarefas, sua responsabilidade não acaba. Sua função apenas muda. Uma das atribuições como líder é capacitar e direcionar sua equipe para adquirir os melhores resultados, incluindo participar das atividades.

Para garantir isso, você precisa estabelecer um bom canal de comunicação. A execução das tarefas depende muito da forma como elas serão expostas. Então é importante que você passe feedbacks construtivos e constantes, assim seu colaborador saberá se está indo pelo caminho certo. Da mesma forma, também é prudente você manter a calma caso haja a necessidade de fazer correções nas tarefas.

Aprender a delegar tarefas é uma experiência relevante tanto para você quanto para sua empresa, na medida em que, com isso, você conseguirá ter um número maior de indivíduos engajados em obter os melhores resultados.

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Imposto de renda para empresa: 6 coisas que você precisa saber

Compreender todos os impostos brasileiros não é tarefa fácil para nenhum empreendedor. Certamente, é importante conhecer aqueles que de fato afetam uma empresa, assim como o melhor regime tributário, para obter vantagem competitiva para o seu negócio!

Além disso, para manter o seu negócio saudável, também é aconselhável saber como funciona o imposto de renda para empresa. Você sabia que ele pode comprometer o seu faturamento devido à sua alíquota? Quer saber como? Então, este artigo foi produzido para você. Confira 6 coisas que você precisa saber a respeito desse imposto!

1. O que é o imposto de renda para empresa

Trata-se de um tributo criado pelo Governo Federal, específico para arrecadação das pessoas de natureza jurídica. A arrecadação desse imposto é feita pela Receita Federal. É aconselhável que todo empreendedor fique atento, pois a cobrança desse imposto varia de acordo com  a receita e regime tributário de uma empresa: lucro real, lucro presumido ou lucro arbitrado.

2. Como o imposto de renda para empresa é declarado

Toda declaração do imposto de renda para empresa é feita no endereço eletrônico da Receita federal, por meio do software PDG (Programa Gerador da Declaração), disponível de forma gratuita no próprio site. Ao declarar o imposto de renda é aconselhável ficar atento ao calendário da Receita federal, pois é diferente para as empresas que possuem o lucro real ou lucro presumido como regime tributário.

3. Utilidade do imposto de renda para empresa

Os recursos recolhidos pelo imposto de renda de pessoa jurídica têm suas aplicações voltadas para os governos federal, estadual e municipal. Desse modo, é utilizado pelos agentes governamentais para investir em projetos de saúde, educação e programas sociais. Outra importante distribuição da verba gerada pelo imposto é incentivar o setor agrícola do país, bem como promover investimentos em infraestrutura e proteção ao meio ambiente.

4. Quem é obrigado a declarar o imposto de renda

Necessariamente, toda pessoa de natureza jurídica — independentemente do setor de suas atividades — é obrigada a realizar a declaração do imposto renda. Contudo, microempresas (ME) e empresas de pequeno porte (EPP) optantes do Simples Nacional não possuem essa obrigação.

5. Período de declaração conforme enquadramento tributário

Diferente da maioria dos impostos, o imposto de renda pessoa jurídica não é pago anualmente, podendo ser apurado por trimestre, normalmente nos dias 30 ou 31 de março, junho, setembro e dezembro. Uma vez que a apuração é trimestral, é interessante que você conheça as alíquotas associadas a cada regime para não comprometer o seu planejamento tributário. Confira!

  • Lucro real: empresas optantes por esse regime tributário deverão contribuir com 15% de alíquota sobre o lucro do seu negócio;
  • Lucro presumido: já as empresas que optaram pelo lucro presumido deverão contribuir com alíquotas entre 1,6% a 32% sobre o faturamento.

6. Punições ao não contribuir com o imposto de renda

Se você ainda não declarou o imposto de renda de sua empresa, é preciso ficar atento. As punições associadas ao não cumprimento das obrigações tributárias vêm se tornando mais pesadas. Acompanhe alguns exemplos:

  • o contribuinte será cobrado por multa mensal;
  • haverão aumentos consecutivos sobre as taxas das multas.

Agora que você sabe mais a respeito do imposto de renda para empresa, tornou-se mais fácil gerir tributariamente o seu negócio. Desse modo, sua empresa estará longe das complicações tributárias!

Lembre-se de ficar atento aos prazos do seu regime tributário, afinal, a compensação é feita trimestralmente, exigindo que sua empresa tenha um planejamento financeiro adequado para cumprir os prazos impostos pela Receita Federal.

Então, este conteúdo foi relevante para você? Deseja receber mais dicas sobre outros impostos? Basta assinar a nossa newsletter para ficar sempre por dentro dos nossos conteúdos!

 

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6 aplicativos que ajudam a cuidar da gestão financeira da empresa

Deixar a sua empresa com as finanças em dia pode parecer uma tarefa complicada e, até certo ponto, difícil de ser atingida, certo? Mas você já parou para pensar que os aplicativos para gestão financeira da empresa podem ser a chave para o seu sucesso?

Neste post você vai conhecer seis aplicativos que ajudam a cuidar da gestão financeira da empresa. Além disso, vai compreender como eles podem auxiliar na rotina empresarial, otimizar processos e racionalizar o uso de recursos dentro da sua organização. Vamos lá!

1. Guia Bolso

O Guia Bolso é um dos aplicativos para gestão financeira da empresa mais conhecidos do mercado. Ele permite sincronização entre as contas-correntes da empresa e o aplicativo, o que facilita bastante a rotina empresarial.

Esse aplicativo agiliza a rotina, evita erros e retrabalhos. Ele auxilia também na criação e análise da categoria de entradas e saídas. Com o seu uso é possível uma análise gerencial e criteriosa da situação financeira da empresa.

2. ZeroPaper

O ZeroPaper, com versões tanto para Android quanto para iOS, oferece 30 dias para teste aos seus usuários. Depois desse período é preciso pagar uma pequena mensalidade, porém com esse valor será possível ter acesso a várias funcionalidades.

Uma das ferramentas é o fluxo de caixa, que permite o entendimento de como estão as disponibilidades da empresa. Outra grande vantagem do app é o uso em diferentes dispositivos, o que agiliza o processo de tomada de decisão.

3. Expensify

O Expensify tem como um dos destaques a integração com os bancos da empresa, permitindo maior rapidez na conferência das disponibilidades. Também é possível digitalizar recibos, evitando montanhas de papéis que se perdem e ficam desorganizados.

A inserção dos dados poderá ocorrer de forma off-line, sendo atualizada quando o aplicativo estiver conectado. Isso também garante agilidade aos processos e mais rapidez à tomada de decisão financeira da empresa.

4. ContaAzul

O ContaAzul também se destaca para controle financeiro empresarial. Permite controle financeiro, gestão de vendas, bem como outras funcionalidades que auxiliam no planejamento completo para pequenas empresas.

Tem funções que variam de acordo com o plano e com o número de boletos ou usuários. É bastante prático, rápido e seguro, por isso é muito procurado pelos empreendedores.

5. Money Wise

O Money Wise apresenta como grande vantagem a marcação das transações com etiquetas. Com elas é possível criar uma categorização mais lógica dos gastos e racionalizar melhor os recursos da empresa ou da pessoa física.

Com esse app pode ser feito um orçamento e definidas as metas. Aqui o uso de tecnologia pode ajudar a empresa a sair do vermelho, diminuir determinados gastou ou auxiliar no alcance de determinados objetivos.

6. Organizze

O Organizze é uma plataforma que também possui uma versão para testes, que possibilita ao usuário conhecer as suas funcionalidades antes de adquirir o pacote mais adequado para a sua realidade. Como diferencial apresenta um alerta de contas a pagar e a receber.

Possibilita o acesso por dispositivo móvel ou computador, flexibilizando a inserção e a consulta das informações. Ajuda, também, no planejamento e na concretização de metas, além de ter leiaute amigável e fácil de utilizar.

Neste post você conheceu seis aplicativos para gestão financeira da empresa e que podem ajudar a sua organização. Assim, se está com as contas no vermelho, quer organizar as suas finanças ou está pensando no futuro, pode compreender que existem diversas opções no mercado.

Que tal agora ler mais um post e evitar erros que podem minar a gestão financeira da sua empresa e entender como evitá-los?

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Afinal, o que a taxa de inadimplência significa para seu negócio?

O sucesso de uma empresa depende, além de outros fatores, da sua capacidade financeira para lidar com os gastos necessários para a manutenção do negócio. Para isso, um bom faturamento é fundamental. Contudo, a concessão de crédito aos clientes traz o risco de inadimplência, que, em altos índices, é prejudicial para o negócio.

Para entender o que a taxa de inadimplência significa para a sua empresa, continue a leitura deste post!

O que é a taxa de inadimplência?

Trata-se do percentual dos créditos que a empresa possui que estão em atraso. Normalmente são assim considerados aqueles com mais de 90 dias, e menos de 180 dias de atraso. Contudo, cada empresa deve definir o prazo mais adequado ao seu negócio.

Para descobrir o índice de inadimplentes é preciso somar os débitos pendentes no período considerado de inadimplência — no caso explicado mais de 90 dias — e dividir pelo total faturado dentro desse período.

Por exemplo, para saber a taxa do mês de agosto, é preciso descobrir o total de débitos pendentes e dividi-lo pelo total de pagamentos recebidos no período de inadimplência, que considerando os prazos citados, incluirá os meses de fevereiro, março e abril.

Assim, se no período a soma dos pagamentos emitidos foi de R$ 150.000,00, e a soma dos débitos pendentes foi R$ 3.000,00, o cálculo da taxa será o seguinte: 3.000 ÷ 150.000 = 0,02 (2%).

Ou seja, em agosto a taxa de inadimplência da empresa foi de 2%. O ideal é que esse número esteja sempre próximo a zero, pois altos índices de inadimplência podem trazer diversos problemas para a empresa.

Quais são os prejuízos essa taxa pode trazer para o negócio?

Um alto índice de inadimplência afeta diretamente o setor financeiro da empresa, trazendo diversos prejuízos. Saiba quais:

Desestruturação do planejamento financeiro

O primeiro impacto será no planejamento financeiro, principalmente se no momento de sua elaboração, o risco de inadimplência não tenha sido considerado. Com isso, investimentos e negociações podem ser afetados, prejudicando a continuidade do negócio.

Falta de recursos

Ao se deparar com a inadimplência, a empresa tem que lidar com a falta de recursos para manutenção do negócio, seja para a compra de produtos para o estoque, pagamento de serviços essenciais, como energia elétrica e serviços de telefonia, e, até mesmo, quitação das verbas salariais dos funcionários.

Atraso no pagamento de fornecedores

Com a falta de recursos, os pagamentos dos fornecedores e outros débitos da empresa podem ser prejudicados. Com isso, mesmo após a recuperação, os atrasos terão gerados multas e juros — aumentado o prejuízo —, além de afetar o crédito do empreendimento, o que pode comprometer os contratos com fornecedores e outras operações financeiras.

Como a empresa pode diminuir essa taxa?

Existem meios da empresa buscar a diminuição dessa taxa ou evitar o seu crescimento. Acompanhe:

Venda com nota fiscal

A nota fiscal comprova a relação entre o consumidor e a empresa, sendo um meio de prova fundamental para garantir o sucesso de uma ação de cobrança. Também é preciso lembrar que vender sem nota fiscal é ilegal.

Tenha um histórico dos clientes

Manter um cadastro dos clientes e o histórico de pagamento é uma ótima forma de evitar a inadimplência. Tenha um controle dos bons pagadores e maus pagadores. Dessa forma, na hora de vender a crédito novamente, é possível verificar esse histórico para analisar a viabilidade e o risco de negócio.

Incentive os pagamentos à vista e com cartão de crédito

Também é possível oferecer vantagens para o pagamento a vista e permitir o pagamento com cartão de crédito. Apesar das taxas cobradas nesse tipo de serviço, a empresa terá a garantia do recebimento dos valores, pois transferirá o risco de inadimplência para o banco.

Contrate uma empresa de cobrança

Contar com uma empresa especializada em cobrança pode ajudar a lidar com a inadimplência. Com experiência na recuperação de crédito, essas empresas sabem a hora de iniciar a cobrança, a melhor forma de cobrar os clientes e identificar o momento em que é preciso buscar a via judicial.

Agora que você já sabe o que é a taxa de inadimplência e como ela afeta o seu negócio, aproveite para descobrir como escolher uma empresa de cobrança!

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Como fazer uma cobrança sem perder o cliente?

Para garantir o bom funcionamento do negócio, a empresa precisa buscar meios de controlar a inadimplência com medidas pré e pós-venda, visando a diminuição do risco no fornecimento de crédito e a recuperação dos valores que estão em atraso, cobrando o devedor.

Porém, é necessário ter alguns cuidados durante esse procedimento para não causar constrangimento e perder o cliente. Para te ajudar nessa tarefa, preparamos este post com dicas para fazer uma cobrança sem prejudicar o seu relacionamento com o consumidor. Acompanhe!

Seja cordial durante o atendimento

É fundamental ter segurança e não ter medo na hora de fazer a cobrança, contudo, deve-se manter a cordialidade durante o atendimento. Por mais que seja necessário demonstrar ao cliente a situação de débito e adotar uma postura confiante nesse momento, é importante ter cuidado para não ser agressivo.

Tendo em vista que o objetivo é, além de receber os valores devidos, manter o cliente ao final do processo, é preciso ter atenção com o tom de voz e com a forma de fazer a cobrança. Na hora de cobrar pessoalmente, é necessário ter cuidado redobrado para não expor o consumidor às pessoas que estejam próximas.

Lembre-se: cobrança abusiva é uma prática ilegal. Dessa forma, constranger ou ameaçar o cliente é conduta punível, situação em que o consumidor poderá ser indenizado, causando prejuízos para a empresa, tanto financeiramente, quando para a sua imagem.

Portanto, na hora de cobrar o seu cliente, seja discreto e ameno, para que ele se sinta confortável e fique disposto a negociar a dívida.

Compreenda o que causou a inadimplência

Em regra, quem efetua uma compra tem a intenção de quitar os valores devidos, por isso, o profissional que efetuar a cobrança deve ter em mente que a inadimplência provavelmente decorreu de algum problema ou situação inesperada.

Nesses casos, o devedor provavelmente já estará nervoso com a situação, e pode ser que a sua empresa não seja a única com a qual ele está inadimplente, o que gera mais preocupação e ansiedade.

No momento de fazer uma cobrança é preciso estar preparado para ouvir. Tente compreender os motivos do não pagamento, demonstrando compreensão e empatia. Ao perceber a preocupação da empresa, o cliente se sentirá acolhido, aumentando as chances de que ele mantenha o seu relacionamento com a loja após a quitação dos valores.

Negocie a dívida e ofereça opções de pagamento

Outra dica fundamental é buscar formas de negociar o débito do cliente. Oferte diferentes formas de pagamento, descontos em relação aos juros para quitação à vista ou um parcelamento facilitado. Durante a conversa é possível trabalhar junto ao consumidor na criação de uma solução para que ele quite a dívida.

Esse é o momento de buscar diferentes possibilidades redefinindo datas ou revendo o valor total do débito. É importante construir as alternativas de acordo com as possibilidades do cliente, e evitar pressioná-lo, pois uma renegociação que termine em novo inadimplemento não trará nenhuma vantagem para o credor.

Tendo calma durante a negociação, a empresa demonstrará ao cliente o interesse no bom relacionamento e na busca de uma solução que seja viável para ele.

Terceirize o setor de cobrança da sua empresa

Uma empresa especializada e com experiência em cobrança terá profissionais capacitados para oferecer um serviço de qualidade, sabendo a melhor forma de lidar com o cliente e com as diversas situações que possam ser geradas.

Ainda, esses profissionais dispõem de tecnologia e conhecimento que permitem alternativas de buscar o pagamento, conforme a necessidade do cliente. Dessa forma, os colaboradores da empresa poderão focar nas outras atividades, otimizando o tempo e a produtividade.

Seguindo essas dicas, é possível resolver as inadimplências dos clientes, podendo mantê-los e, principalmente, evitando prejuízos com as cobranças abusivas ou propagandas negativas que um consumidor insatisfeito pode fazer.

Gostou deste texto? Quer saber mais sobre como fazer uma cobrança sem prejudicar o seu relacionamento com o cliente? Então, entre em contato conosco e conheça os nossos serviços!